Pagar o programa para alguém que você ama
Tem gente que não consegue pedir ajuda, mas aceita ajuda quando ela vem de alguém que ama. Se essa pessoa existe na sua vida, você pode pagar o programa por ela — e entregar você mesmo.
Pagamento único. Não vira mensalidade para ninguém.
Quatro passos, e o terceiro é seu
As 12 semanas inteiras, de uma vez. A gente combina o pagamento por e-mail, com você e só com você.
Chega no seu e-mail. Um código, sem nome, sem nada escrito que entregue o assunto para quem olhar a tela por cima do seu ombro.
Do seu jeito, na sua hora, para a pessoa que você escolheu. Essa parte é sua, e é de propósito: essa conversa não cabe a um sistema.
Se quiser, ela usa o código e entra. Se não quiser, não usa e nada acontece. Você não é avisado se ela usou — porque isso é assunto dela.
A pessoa não vai receber mensagem nossa
Não pedimos o nome, o telefone nem o e-mail dela. Se você mandar, a gente não guarda. Ela não escolheu estar aqui, e dado de saúde de terceiro não é seu para dar.
Não mandamos "alguém comprou apoio para você". Uma mensagem dessas chega sem aviso, provavelmente num dia ruim, e conta para a pessoa que alguém sabe — uma decisão que só ela podia tomar.
Não avisamos você se ela entrou. Você paga o acesso, não a informação. O que ela faz com isso é dela.
Se isso parece pouco controle, é porque é. Um programa que entrega relatório do seu marido para você não é sigiloso, e sem sigilo ele não escreve a verdade — e aí não funciona para ninguém.
Talvez quem precise seja você
Quem convive com alguém que aposta também perde sono, também esconde, também tenta controlar e falha. Isso não é ser fraco — é o que acontece com qualquer pessoa que ama alguém em apuros.
Existe grupo de apoio gratuito só para familiares, e ele é antigo e sério: procure por Jog-Anon. E o guia que a gente escreveu lista tudo que existe hoje no Brasil, inclusive o que não é a Videira.
Deixe seu e-mail
A gente responde combinando o pagamento. Sem ligação, sem insistência.